Quando ainda não usávamos a ajuda do Paintbrush, que dirá do Photoshop, o cartaz tinha que acontecer. Não era um problema. Papel na mão, isqueiro e vela na outra. A arte é do Sol (Gustavo Sol) – ele sempre gostou brincar com fogo! PRETEXTO PRA CARTARSE. Nossa primeira peça fora do colégio (nossa mesmo, eu também atuava... inacreditável...). Brotou em 1995 (eu com meus poucos 15 anos). O contato com Antonin Artaud. A histórica pré-estreia de Bacantes, do Teatro Oficina, no Arena de Ribeirão Preto. Resultado: Ruy largou o vestibular de medicina e deu no que deu! Montamos o espetáculo. Ruy, Sol, eu e mais Aline, Porto, Monica, Marcio. Depois tantos outros. Sandrinha, Bela, Samira, Paulo, Priscila... Um ano depois, um delicioso desafio jogado na mesa do Riveira por Helô Sales: fomos enfrentar a fria madrugada no Oficina e apresentar a peça ao Zé (Celso). “Vocês têm a virgindade necessária!”. Nosso pretexto virou segundo ato de PRA DAR O FIM NO JUÍZO DE DEUS, apresentado em 1996 no Oficina. Coisa demais para cabeças tão novas e vorazes... Mas tudo isso pra falar do cartaz...
[da esquerda para direita: Sol, Pat, Aline e Ri Porto.]
