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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O CARNAVAL SE FOI E O ANO COMEÇA?

É... acho que sim. E tudo vem acontecendo tão rápido neste 2010, que me sinto atropelada pelos fatos. Fatos bons, ótimos até, mas preciso de tempo para o respiro, para a degustação. Estes momentos me parecem cada vez mais raros. Mas vamos seguindo. Curtirei o presente em nostalgia, quando ele se tornar passado. E isto também é cada vez mais rápido.
Muitos pulam esta semana do ano. Ignoram as festas profanas. Eu não. Adoro. Gosto do samba ao desfile, do calor até as quartas de cinza. Acho que mesmo dentro das minhas eternas lutas e inconformidades, sou daquelas pessoas naturalmente felizes que irritam alguns.... Ponto pra mim!
E meus dias regidos por Baco foram incríveis, mais uma vez. Sábado, entramos na avenida cantando Ribeirão. Foi lindo e divertido. Minha terceira vez em um desfile e a primeira vez da minha mãe. A escola estava bonita, apesar de seu décimo primeiro lugar. Sua ala mais interessante, cheia de pinguins, homenageando o famoso chopp, foi ignorada pela rede Globo. Motivo? Tente me convencer do contrario: a cerveja patrocinadora da transmissão era outra. Mundo podre.
No domingo, um pouco de trabalho (e neste caso, isto não exclui diversão). Passamos horas no Centro Cultural Rio Verde fazendo as primeiras fotos de divulgação do espetáculo EMVãO. Gostei do resultado. Estreia? Dia 6 de abril...

Na segunda, nos rendemos e fomos enfim assistir Avatar. Na melhor sala de São Paulo, imax, 3d. Confesso: esperava algo tão, mas tão ruim, que até gostei! Afinal, não imaginava nada melhor para um roteiro "roliudiano". No cinema sou assim: gosto dos iranianos as comédias mais rasgadas. Não existe pudor, nem preconceito. E sobre os efeitos, cheguei a uma conclusão estranha: é tudo tão real, que não assustam mais. Acredito que tudo aquilo existe e os efeitos se tornam transparentes a olhos nus. Mas saí zonza do cinema. Cambaleando e rindo de mim mesma...
Chegando em casa, direto para as escolas de samba. Cresci virando madrugadas com meu pai ou com meus primos para assisti-las. Eles, Portela e eu, sempre Mangueira. E este ano foi a Estação Primeira a última, fechando o carnaval...
Na terça, o IV Encontro Performance ao som de Marchinhas, por Lucio Agra e Cia. Dancei e fotografei muito, de peruca vermelha e coroa brilhante preta. (postarei aqui algo em breve também).


No final da noite, a visita de Pri e Regito, recém-chegados da Alemanha. Saudades sempre destes dois...

E vou seguindo, atropelada pelas novidades e aqui, pela falta de acentos corretos. (teclado do Mac me deixa um pouco analfabeta).
E por falar em novidades, cá está uma quase velha: desde o dia 3 estou na Editora Trip. Trabalho diferente, clima mais diferente ainda. Estou gostando de tudo. E para melhorar, entrar as onze da manhã e ir trabalhar a pé, poucas 6 quadras de casa...

Feliz 2010? Meu ano já começou há séculos...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

EU FAÇO SAMBA E AMOR...

Sábado, dia 13, dez-e-trinta-da-noite, abriremos a avenida com a Águia de Ouro cantando Ribeirão Preto... estaremos na segunda ala, perto das baianas e da bateria. Assistiremos o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira. O samba estará na ponta da língua e no pé... Aos que não gostam de carnaval, peço perdão, mas já estou no ritmo....

"A minha Águia é felicidade Meu orgulho maior: paixão!

Hoje o canto da Pompéia vai ecoar:

Ribeirão Preto para sempre vou te amar"

* Hoje ouvi o samba da Mangueira, que este ano fecha o carnaval na Sapucaí. Está linda! Senti vontade de estar lá mais uma vez. Ficarei na torcida por aqui...

** Este sábado o Frame completa 12 anos! Meu velhinho terrível...

quinta-feira, 14 de maio de 2009

PRA MARTAR A SAUDADE

Quando ainda não usávamos a ajuda do Paintbrush, que dirá do Photoshop, o cartaz tinha que acontecer. Não era um problema. Papel na mão, isqueiro e vela na outra. A arte é do Sol (Gustavo Sol) – ele sempre gostou brincar com fogo! PRETEXTO PRA CARTARSE. Nossa primeira peça fora do colégio (nossa mesmo, eu também atuava... inacreditável...). Brotou em 1995 (eu com meus poucos 15 anos). O contato com Antonin Artaud. A histórica pré-estreia de Bacantes, do Teatro Oficina, no Arena de Ribeirão Preto. Resultado: Ruy largou o vestibular de medicina e deu no que deu! Montamos o espetáculo. Ruy, Sol, eu e mais Aline, Porto, Monica, Marcio. Depois tantos outros. Sandrinha, Bela, Samira, Paulo, Priscila... Um ano depois, um delicioso desafio jogado na mesa do Riveira por Helô Sales: fomos enfrentar a fria madrugada no Oficina e apresentar a peça ao Zé (Celso). “Vocês têm a virgindade necessária!”. Nosso pretexto virou segundo ato de PRA DAR O FIM NO JUÍZO DE DEUS, apresentado em 1996 no Oficina. Coisa demais para cabeças tão novas e vorazes... Mas tudo isso pra falar do cartaz...
[da esquerda para direita: Sol, Pat, Aline e Ri Porto.]