Parabéns, meu amor!
(feliz com as velhas e novas decisões. Vamos em frente...)

Me pergunto se entendo que o dia de hoje chegou. Não sei. Sei que cá estou, presente nele. Foi tão fácil chegar e é melhor ainda continuar. Não consigo ter exlicação, tão pouco lógica. Muitos perguntam e conferem se entenderam direito. Quinze anos? Sim. E então fazem contas. E quantos anos ele é mais velho que você? E quantos anos você tinha? Não casaram? Terão filho? São felizes? E isso é possível? Fico sem graça de confessar que sim. Me sinto degustando chocolate belga em frente a uma legião de famintos. Confessar amor e naturalidade soa falso. Mas deixo os olhos responderem sozinhos. Eles não mentem e ainda denunciam brilhos. E os toques do lado esquerdo ainda disparam e ainda existe a supresa e a saudade queima e o telefone toca muitas vezes ao dia, como meninos bobos. E me pego olhando e o flagro namorando. Sim, hoje faz quinze primeiros anos junto dele. E prefiro então não dizer mais. Palavras quebram sonhos travestidos de realidades. Prefiro o “passo a passo” sem perceber que estamos nos movendo. Nos apaixonar a cada dia pelo o que nos tornamos em cada tempo...
“amo tanto e de tanto amar, acho que ela acretida”*
(sempre Chico...)
Na segunda, nos rendemos e fomos enfim assistir Avatar. Na melhor sala de São Paulo, imax, 3d. Confesso: esperava algo tão, mas tão ruim, que até gostei! Afinal, não imaginava nada melhor para um roteiro "roliudiano". No cinema sou assim: gosto dos iranianos as comédias mais rasgadas. Não existe pudor, nem preconceito. E sobre os efeitos, cheguei a uma conclusão estranha: é tudo tão real, que não assustam mais. Acredito que tudo aquilo existe e os efeitos se tornam transparentes a olhos nus. Mas saí zonza do cinema. Cambaleando e rindo de mim mesma...
Sábado, dia 13, dez-e-trinta-da-noite, abriremos a avenida com a Águia de Ouro cantando Ribeirão Preto... estaremos na segunda ala, perto das baianas e da bateria. Assistiremos o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira. O samba estará na ponta da língua e no pé... Aos que não gostam de carnaval, peço perdão, mas já estou no ritmo...."A minha Águia é felicidade Meu orgulho maior: paixão!
Hoje o canto da Pompéia vai ecoar:



Ontem foi aniversário do meu pai – fiel seguidor deste blog! (me cobra quando demoro a postar). Um escorpião difícil, uma fortaleza indestrutível. Ele diz que sou sua “cópia aprimorada”, e acho que tem razão. Passou o final de semana em casa. Disse que chegaria às 16h30, mas chegou às 19h30. Acho que isso prova tudo...
Elsinore em Planta Baixa foi uma experiência incrível! Terminou por volta das 3h30 da manhã e as pessoas pediam mais... Me perguntaram “Foi sua estreia como atriz?” Dei risada! Pra quem já encarou Zé Celso e "negou" Antunes...rs... haja modéstia! Mas não sou atriz, assim como sempre repito que não sou fotógrafa. Gosto de imagens. E lá estão algumas delas, feitas por mim, em pleno labirinto de Hamlet, no blog do Antro Exposto. Enjoy!
Este mês fizemos um especial sobre cafés da revista RSVP. Fiquei responsável pela capa e pelo lay out das páginas. Não bebo café, mas não me faltou inspiração. Lembrei de minha avó, fazendo uma “boca de pito” e me lembrei do Ruy e nosso amigo Sol: queridos, acho que faltou o contreau! ("contreau, contreau!!")
Este é o cartaz para pré divulgação do segundo ENCONTROS PERFORMANCE no Centro Cultural Rio Verde, com produção do Antro Exposto, e projeto gráfico da pessoa que vos escreve! Dia 18 teremos a honra da participação do meu querido Lucio Agra! (professor na faculdade, paraninfo na formatura, orientador na pós-gradução e amigo sempre). Clique aqui para ver meu "registro imagético" do primeiro encontro.
SÁBADO E DOMINGO:::

Se você é daqueles que acredita que todo evento de performance é chato e cabeça, está na hora de ser convencido do contrário: começa nesta quarta, dia 21, no Centro Cultural Rio Verde o "ENCONTROS PERFORMANCE" - mais uma do ANTRO EXPOSTO.





